PREÇO DO MILHO VAI SUBIR AINDA MAIS Na visão do presidente da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), Alysson Paolinelli, os preços do milho no mercado interno brasileiro tendem a subir ainda mais. A projeção vem no momento em que o cereal já soma altas de “espetaculares” 19,62% nos últimos 30 dias.

 

Na avaliação de Paolinelli, os estoques iniciais altos verificados no início da safra 2017/2018 não significaram excesso de oferta, como muitos chegaram a projetar. “Isso porque a demanda está muito aquecida. O Brasil está abrindo diversos mercados para os quais nunca havia exportado. E esses países estão percebendo – e gostando – do cereal brasileiro”, diz ele.

 

De acordo com o dirigente, “quem comprou milho brasileiro está comprando de novo, porque é um milho de muita qualidade, e que consegue um preço muito competitivo”. Ele acrescenta ainda que, dada a qualidade superior do cereal nacional, o produto sai da lavoura e chega até o comprador em excelente estado – e isso é um diferencial do Brasil também.

 

Paolinelli aponta ainda um aumento acentuado do consumo interno de milho, com a ascensão do mercado de aves e suínos. Eles alista inclusive o aumento da demanda da alimentação bovina por ração à base de milho. “Esse estoque que inicialmente o Brasil tinha não será suficiente para atender todos os mercados”, projeta.

 

Na visão do especialista, o produtor deve sim apostar no plantio de milho, até em função das dificuldades climáticas que prejudicaram a soja e atrasaram a semeadura desta segunda safra do cereal. Segundo ele ainda é possível aproveitar a janela de plantio, uma vez que todo o calendário está atrasado pelas chuvas que abrangeram as maiores regiões produtoras do País.

 

Fonte: AGROLINK

 

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PREÇO DO MILHO VAI SUBIR AINDA MAIS

Na visão do presidente da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), Alysson Paolinelli, os preços do milho no mercado interno brasileiro tendem a subir ainda mais. A projeção vem no momento em que o cereal já soma altas de “espetaculares” 19,62% nos últimos 30 dias.

 

Na avaliação de Paolinelli, os estoques iniciais altos verificados no início da safra 2017/2018 não significaram excesso de oferta, como muitos chegaram a projetar. “Isso porque a demanda está muito aquecida. O Brasil está abrindo diversos mercados para os quais nunca havia exportado. E esses países estão percebendo – e gostando – do cereal brasileiro”, diz ele.

 

De acordo com o dirigente, “quem comprou milho brasileiro está comprando de novo, porque é um milho de muita qualidade, e que consegue um preço muito competitivo”. Ele acrescenta ainda que, dada a qualidade superior do cereal nacional, o produto sai da lavoura e chega até o comprador em excelente estado – e isso é um diferencial do Brasil também.

 

Paolinelli aponta ainda um aumento acentuado do consumo interno de milho, com a ascensão do mercado de aves e suínos. Eles alista inclusive o aumento da demanda da alimentação bovina por ração à base de milho. “Esse estoque que inicialmente o Brasil tinha não será suficiente para atender todos os mercados”, projeta.

 

Na visão do especialista, o produtor deve sim apostar no plantio de milho, até em função das dificuldades climáticas que prejudicaram a soja e atrasaram a semeadura desta segunda safra do cereal. Segundo ele ainda é possível aproveitar a janela de plantio, uma vez que todo o calendário está atrasado pelas chuvas que abrangeram as maiores regiões produtoras do País.

 

Fonte: AGROLINK

 

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